UFSC só tem verbas para funcionar até agosto

Somados, os valores de bloqueio correspondem a 35% do orçamento de custeio, capital e emendas parlamentares.

Por Redação

O bloqueio de verbas anunciado pelo governo federal resultará em um corte de R$ 60 milhões no orçamento da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) para 2019. Com isto, segundo a Administração Central da universidade, só há verbas para funcionar até o mês de agosto.

O valor foi apresentado pelo secretário de Planejamento e Orçamento da Universidade Federal de Santa Catarina (Seplan/UFSC), Vladimir Arthur Fey, juntamente com o reitor Ubaldo Cesar Balthazar, após recalcular o bloqueio de acordo com o anúncio do Ministério da Educação (MEC). Somados, os valores de bloqueio correspondem a 35% do orçamento de custeio, capital e emendas parlamentares.

O reitor já havia convocado uma comissão especial para estudar os impactos do contingenciamento divulgado inicialmente – que se esperava que fosse um pouco menor – e havia estabelecido a criação de estratégias para diminuir os efeitos da restrição orçamentária imposta ao orçamento da UFSC. Mas o bloqueio adicional representa um novo desafio.

Embora, na semana passada, o reitor acreditasse que os 30% de corte anunciados pelo MEC incluíam os 25% que já eram esperados pela universidade, já não há mais certeza. Nesse caso, haveria uma redução de 55% do orçamento em comparação com o ano passado. um corte de mais de 50% do orçamento se comparado ao ano passado.


Recomendados para você

Fim do auxílio-moradia tem impacto de cerca de R$ 50 milhões em SC

Fim do auxílio-moradia tem impacto de cerca de R$ 50 milhões em SC

Membros do Judiciário não terão mais direito ao benefício

Gás natural terá aumento médio de 11,64% em SC a partir de outubro

Gás natural terá aumento médio de 11,64% em SC a partir de outubro

Alta do dólar motiva o reajuste.

'Gatos' fazem Brasil perder energia suficiente para abastecer SC por um ano

'Gatos' fazem Brasil perder energia suficiente para abastecer SC por um ano

Levantamento da Aneel mostra que, em um ano, 31,5 mil gigawatts foram furtados, desviados ou fraudados.